O ouro encerrou 2025 como o ativo de maior retorno entre os principais mercados, com valorização acumulada de 65,24%, além de liderar o desempenho do quarto trimestre, com avanço de 12,67%.
Os dados consolidados até 30 de dezembro, com base em 13 índices monitorados pela consultoria Elos Ayta, mostram que o ouro foi o único investimento capaz de superar, com ampla diferença, todos os indicadores de renda variável ao longo do ano.
Seu dinheiro pode render mais em 2026! Receba um plano de investimentos gratuito, criado sob medida para você. [Acesse agora!]Esse desempenho ocorreu em um ambiente marcado por incertezas macroeconômicas e ajustes relevantes nos mercados globais, mas também por forte recuperação dos ativos de risco no Brasil.
Em seguida, aparece o Ibovespa, com rentabilidade de 33,95%, na segunda maior valorização anual desde 2010 e renovando máximas históricas em 32 pregões, enquanto moedas e criptoativos fecharam o período em queda, com baixa de 11,14% do dólar Ptax e de 17,62% do Bitcoin. Confira abaixo a lista completa:
Entre os ativos de renda variável no Brasil, o Ibovespa, principal índice da B3 encerrou 2025 com alta de 33,95%, além de acumular avanço de 10,18% nos últimos três meses do ano, segundo a Elos Ayta.
O resultado representa a segunda maior valorização anual do índice desde 2010, ficando abaixo apenas de 2016, quando o Ibovespa registrou ganho de 38,94%.
Durante todo o ano, o indicador atingiu novos recordes em 32 pregões, refletindo uma recuperação disseminada dos preços dos ativos locais.
No total, 8 dos 13 índices analisados tiveram retorno acima de 10% no acumulado de 2025, enquanto 5 ficaram abaixo desse patamar.
De acordo com a consultoria, foi possível notar um desempenho positivo em diferentes segmentos da bolsa. O Small caps, índice que acompanha empresas de menor capitalização acumulou alta de 30,70% em 2025, alcançando seu melhor resultado desde 2019, quando registrou alta de 58,20%.
O IDIV, indicador que reúne companhias com histórico consistente de distribuição de dividendos, avançou 29,99%, também marcando o melhor desempenho desde 2019.
Já o IFIX, que representa os fundos imobiliários negociados na B3, fechou o ano com ganho de 21,15%, igualmente o mais elevado desde 2019.
O contraste do ano aparece de forma clara quando observados os mercados de moedas e criptoativos. No acumulado de 2025, segundo a Elos Ayta, apenas 2 dos 13 índices analisados apresentaram desempenho negativo: o dólar Ptax, com recuo de 11,14%, e o Bitcoin, que caiu 17,62%.
Quanto ao dólar, trata-se da maior queda anual da moeda norte-americana desde 2016, quando o dólar Ptax havia recuado 16,54%.
Considerando a série iniciada em 2010, o desempenho registrado em 2025 representa a segunda maior perda anual do período, evidenciando o enfraquecimento das moedas em um ambiente de maior exposição a ativos de risco.
Já para o Bitcoin a queda registrada no ano passado foi a mais intensa desde 2022, quando o criptoativo havia recuado 66,43%.
No quarto trimestre, a perda foi ainda mais acentuada, com baixa de 20,47%, o pior resultado entre todos os indicadores avaliados. Em dezembro, o ativo recuou 0,66%, em um mês marcado por ganhos na maioria dos demais índices.
A informação que os grandes investidores usam – no seu WhatsApp! Entre agora e receba análises, notícias e recomendações.Na renda fixa, o CDI acumulou alta de 14,20% em 2025. Embora esse seja o melhor desempenho do indicador desde 2006, quando havia avançado 15,03%, o índice terminou o ano apenas na oitava colocação entre os 13 analisados.
No quarto trimestre, o CDI registrou avanço de 3,48%, novamente ficando atrás de diversos ativos de renda variável.
A poupança, por sua vez, apresentou rendimento de 8,19% no ano. O retorno superou apenas o desempenho do euro, do dólar e do Bitcoin, reforçando seu perfil conservador em um ambiente amplamente favorável a ativos de maior risco.
O post Ouro lidera rentabilidade em 2025; metal subiu quase o dobro do Ibovespa apareceu primeiro em Monitor do Mercado.


