O ETF LVOL11 fechou dezembro com retorno de 1,69%. O resultado do mês foi impulsionado principalmente pelo setor de “Bens Materiais”, com contribuição positiva O ETF LVOL11 fechou dezembro com retorno de 1,69%. O resultado do mês foi impulsionado principalmente pelo setor de “Bens Materiais”, com contribuição positiva

ETF LVOL11 tem retorno de 1,69% no mês; veja o que impactou o desempenho

2026/01/13 19:05

ETF LVOL11 tem retorno de 1,69% no mês; veja o que impactou o desempenho

O ETF LVOL11 fechou dezembro com retorno de 1,69%. O resultado do mês foi impulsionado principalmente pelo setor de “Bens Materiais”, com contribuição positiva de 1,56%. 

Em seguida, “Financeiro” apareceu com 0,69%, enquanto “Consumo Não Cíclico” adicionou 0,30% ao retorno do LVOL11. O segmento de “Utilities” também ficou no campo positivo, com 0,08%.

Na ponta negativa, quem mais pesou foi “Comunicações”, com -0,60%, e “Real Estate”, com -0,26%, sendo um dos principais detratores do desempenho do ETF em dezembro.

Como funciona o ETF LVOL11?

O ETF LVOL11 tem como objetivo replicar, antes de taxas e despesas, a performance do Ibovespa Smart Low Volatility B3, um subíndice do Ibovespa que conta com uma estratégia de menor volatilidade, buscando ser uma alternativa mais estável para investidores com menor propensão ao risco.

Dentro da estratégia de gestão, o fundo também utiliza o aluguel de ações como ferramenta para reduzir o efeito da taxa de administração na performance. 

Nesse mecanismo, o gestor pode emprestar temporariamente parte dos ativos da carteira a outros participantes do mercado e receber uma remuneração por isso. 

Essa receita é incorporada ao patrimônio do fundo, contribuindo para a rentabilidade sem alterar a composição da carteira e sem mudar o perfil de risco do ETF.

A proposta do LVOL11 é minimizar maiores flutuações, reduzir o risco de perdas relevantes e buscar retornos mais estáveis e consistentes ao longo do tempo. 

O Ibovespa Smart Low Volatility B3, classificado como uma versão Smart Beta do Ibovespa, é rebalanceado a cada quatro meses. A última carteira disponível mencionada corresponde ao período de janeiro a abril de 2026.

Na composição da carteira do LVOL11 até dezembro, o maior peso está em Utilidade Pública (38%), seguido por Financeiro (23%) e Materiais Básicos (15%). 

Na sequência, aparecem Real Estate (7%) e Consumo Não Cíclico (7%), além de Comunicações (6%) e Energia (3%).

Entre os papéis listados no portfólio do LVOL11 estão: TAEE11, ISAE4, CPFE3, CPLE3, EQTL3, EGIE3, CMIG4, AXIA3, ENGI11, AXIA7, BBSE3, ITSA4, ITUB4, CXSE3, PSSA3, SANB11, KLBN11, BRAP4, SUZB3, VALE3, ALOS3, MULT3, ABEV3, SLCE3, VIVT3, TIMS3 e PETR4.

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