O Itaú Private Bank tornou-se a 1ª instituição financeira brasileira a atingir R$ 1 trilhão em ativos sob gestão e administração no segmento de altíssima renda. O marco foi registrado nesta 5ª feira (22.jan.2026), considerando recursos de clientes brasileiros e latino-americanos com patrimônio investido a partir de R$ 10 milhões. Somando todos os segmentos de clientes investidores, o Itaú administra R$ 3,5 trilhões em ativos.
O banco atende clientes com patrimônio investido a partir de R$ 10 milhões, oferecendo serviços personalizados que vão além de investimentos, e incluem planejamento sucessório e governança familiar. Entre os clientes estão famílias de alta renda, novos empreendedores, sucessores e famílias empresárias.
Do total de R$1 trilhão em ativos sob gestão, 71% estão alocados nas operações do banco no Brasil, enquanto 29% encontram-se no exterior. O Itaú Private Bank criou em 2026 novas frentes de atuação, estabelecendo uma proposta de valor com verticais inéditas no mercado brasileiro de private banking.
Fundado em 1989, o Itaú Private Bank conta com mais de mil profissionais de 25 nacionalidades diferentes. O banco também estabeleceu uma parceria exclusiva no Brasil com a Brown Advisory, ampliando o acesso dos clientes latino-americanos a soluções internacionais.
Segundo o diretor global do Itaú Private Bank, Fernando Beyruti, o segmento private está se tornando mais internacional, longevo e intergeracional. Ele afirmou que, para acompanhar esse novo cenário, o banco evoluiu de um modelo focado essencialmente em investimentos para outras abordagens. “Apoiamos famílias em temas como sucessão, governança, pactos familiares e mediação de conflitos, preservando relações e perenizando o legado, com estrutura fiscal e jurídica integrada entre Brasil, EUA e Europa”.
O diretor global avalia que o perfil da riqueza no Brasil está passando por mudanças significativas. Ele cita o surgimento de famílias mais globais, sucessores com perfil empreendedor e novas regiões concentrando altos volumes de patrimônio.
Segundo o executivo, essas transformações indicam uma mudança estrutural no cenário financeiro do país. “A riqueza no Brasil vive uma mudança estrutural”, afirmou. Para ele, compreender essa evolução é essencial para adaptar o modelo de atendimento às novas demandas.
Diante desse contexto, Beyruti explicou que o banco decidiu ampliar o atendimento para clientes que têm a partir de R$ 10 milhões em patrimônio investido. A instituição, segundo ele, manterá “o mesmo nível de sofisticação, personalização e confidencialidade” que a consolidou como líder na América Latina nas últimas 3 décadas.
Já a diretora comercial do Itaú Private Bank, Paola Sarkis, afirma que o Brasil vive um cenário em que novos empreendedores, sucessores e famílias empresárias atingem altos níveis de patrimônio mais cedo. Segundo ela, esses clientes buscam um atendimento que antecipe suas necessidades, com serviços consultivos e acesso a oportunidades internacionais.
A executiva destaca que o banco vê nesse movimento uma chance de evoluir junto com a nova geração de grandes patrimônios. “A entrada nesse modelo do banco é guiada por perfil, trajetória e maturidade patrimonial, garantindo que cada relacionamento esteja alinhado ao tipo de solução que agrega valor”, afirma.
Segundo nota divulgada pela instituição, o banco seguirá oferecendo uma proposta de valor que considera a visão do grupo econômico e uma abordagem multigeracional. A estratégia combina um funcionário dedicado, especialista em banking, jornada digital mais autônoma e acesso à estrutura global de consultas.
A instituição expandiu sua presença regional nos últimos 3 anos com a abertura de 6 novos escritórios em Bauru (SP), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Brasília (DF), Salvador (BA) e Blumenau (SC). O banco opera com 13 unidades regionais do segmento Private no Brasil e mantém escritórios internacionais nos Estados Unidos, Suíça, Portugal e Bahamas.


